Marcos Martins

Nascido no Rio de Janeiro, em 1974, Marcos Martins inicia seu caminho no teatro em 1990, quando passa a integrar a Armazém Companhia de Teatro, na montagem de A Construção do Olhar. Dentro da companhia, participou das principais montagens, com personagens de destaque como o Cúmplice de A Ratoeira é o Gato, o mendigo Tuim de Da Arte de Subir em Telhados, o judeu Monroe Mensh de Pessoas Invisíveis e o velho palhaço Samir de O Dia em que Sam Morreu.
Atuou também nas peças Mente Mentira, com direção de Paulo de Moraes, e Ecos da inquisição, direção de Moacir Chaves.
Desde o início de sua trajetória artística desenvolveu pesquisas sobre o palhaço, além de dirigir espetáculos de palhaço, como Circo de palhaços do Picolino e A metamorfose, com o grupo Circo de Palhaços do Picolino, em Londrina, e Um dia qualquer, em Natal.
Participou do projeto Plantão Sorriso, em Londrina, e coordenou e dirigiu Consultório de Palhaços,
em Natal, realizando intervenções em hospitais.

 

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